A Gillette resolveu fazer uma ação de *Balls Marketing através de uma série de animações dando dicas de como se barbear. Não só no rosto, mas também em áreas mais incomuns: costas, peito, axila e bolas. Dessa forma, a Gillette, uma marca aparentemente "careta" que contrata Kaká, Federer e Tiger Woods para as suas campanhas, resolveu encampar a missão global de “onde houver pêlos, levar uma lâmina”.
O vídeo das bolas é o que viralizou. E com isso alavancou a audiência de todos os outros e fez o posicionamento da Gillette de “bodyshaving” entrar de fato na cabeça das pessoas.
*Balls Marketing são ações que demandam "balls" (do inglês, colhões) tanto da agência que sugere e operacionaliza, quanto do cliente que aprova. Normalmente as ações envolvem risco e/ou uma chance enorme de dar errado.
Pela coragem envolvida estas ações têm grande potencial para atrair interesse da imprensa.
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segunda-feira, 1 de junho de 2009
0
sábado, 9 de maio de 2009
1
Novas gramáticas, novas repercussões: o caso TIM
A Comunicação atualmente desempenha um papel de suma importância para uma empresa. Na década de 80, surgiu um novo conceito de comunicação, a comunicação integrada.
A competitividade fez com que o público consumidor se tornasse mais exigente e para se conquistar a aceitação destes, foi necessário que todas as sub-áreas da comunicação trabalhassem em conjunto. As organizações teriam que fazer algo mais do que divulgar seus produtos e serviços.
A partir desse momento as atividades de comunicação passaram a incorporar os princípios do marketing, pois se tornou indispensável auscultar necessidades e desejos dos seus públicos. A Comunicação Institucional ocupa então um papel de essencial importância dentro das organizações, pela necessidade de se trabalhar com públicos cada vez mais diferentes, devido à segmentação da mídia e da introdução das novas tecnologias.
O comercia da TIM (assista vídeo abaixo) é um exemplo que mostra o porque que as empresas e instituições devem estar antenadas com os meios de comunicação e a forma como eles vêem atuando conjuntamente.
Esse comercial foi criado para ser divulgado na TV. Porém, a própria TIM resolveu colocar o comercial no Youtube.
Uma ação muito interessante, pois possibilita uma maior circulação do produto. Inclusive, através de um meio que possui uma linguagem bem diferente da televisiva, a web.
Na web as pessoas têm uma liberdade para manifestar suas opiniões - e foi exatamente isso que aconteceu. Algumas pessoas comentaram sua satisfação e aprovação da propaganda. No entanto, pessoas insatisfeitas com o serviço da operadora aproveitaram o espaço para colocar a boca no trombone – “não adianta ter propaganda larga, se a mente for estreita”. Os comentários passaram do youtube para o twitter e ganhou uma repercussão ainda maior.
Bom, a idéia foi mostrar o quanto é importante uma organização saber utilizar as diversas ferramentas de comunicação ao seu favor. No caso da TIM, a gramática participativa da web serviu como um feedback dos consumidores dos seus “produtos”. Portanto, profissionais e estudantes de comunicação devem estar atentos as novas tendências e a interatividade proporcionada pelos novos veículos de comunicação.
A competitividade fez com que o público consumidor se tornasse mais exigente e para se conquistar a aceitação destes, foi necessário que todas as sub-áreas da comunicação trabalhassem em conjunto. As organizações teriam que fazer algo mais do que divulgar seus produtos e serviços.
A partir desse momento as atividades de comunicação passaram a incorporar os princípios do marketing, pois se tornou indispensável auscultar necessidades e desejos dos seus públicos. A Comunicação Institucional ocupa então um papel de essencial importância dentro das organizações, pela necessidade de se trabalhar com públicos cada vez mais diferentes, devido à segmentação da mídia e da introdução das novas tecnologias.
O comercia da TIM (assista vídeo abaixo) é um exemplo que mostra o porque que as empresas e instituições devem estar antenadas com os meios de comunicação e a forma como eles vêem atuando conjuntamente.
Uma ação muito interessante, pois possibilita uma maior circulação do produto. Inclusive, através de um meio que possui uma linguagem bem diferente da televisiva, a web.
Na web as pessoas têm uma liberdade para manifestar suas opiniões - e foi exatamente isso que aconteceu. Algumas pessoas comentaram sua satisfação e aprovação da propaganda. No entanto, pessoas insatisfeitas com o serviço da operadora aproveitaram o espaço para colocar a boca no trombone – “não adianta ter propaganda larga, se a mente for estreita”. Os comentários passaram do youtube para o twitter e ganhou uma repercussão ainda maior.
Bom, a idéia foi mostrar o quanto é importante uma organização saber utilizar as diversas ferramentas de comunicação ao seu favor. No caso da TIM, a gramática participativa da web serviu como um feedback dos consumidores dos seus “produtos”. Portanto, profissionais e estudantes de comunicação devem estar atentos as novas tendências e a interatividade proporcionada pelos novos veículos de comunicação.
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sexta-feira, 3 de abril de 2009
2
O ridículo vende
A publicidade muitas vezes beira o ridículo - e na maior parte das outras transpõe seus limites.
"Você quer aparecer? Pendure uma melancia no pescoço!"
A primeira vista este "ditado popular" pode parecer absurdo. Sim, ele é. Mas basta reparar um pouco para perceber que grandes corporações (em todo o mundo) vivem, de fato, pendurando melancias em seus pescoços para aparecerem - e melancias cada vez maiores.
Porque? Talvez apoiadas na (velha) desculpa que "as maneiras 'tradicionais' de fazer publicidade estão se desgastando" - que está sendo mais usada que nunca. Talvez apenas busquem pelo hype - não estão satisfeitas em apenas serem conhecidas pelo consumidor, querem gerar grandes expectativas nele. O fato é que agora a moda é o viral - é a interação com o público, a repercussão própria, a inovação, o rompimento com pré-determinações e blá blá blá...Mas espere aí! Tem horas que as chegam numa dimensão, no mínimo, exagerada...
Exagerada a ponto da T-Mobile contratar uma quantidade imensa de dançarinos "disfarçados" para realizarem uma intervenção em plena Liverpool Street Station sob o slogan Life's for sharing.
Não é difícil entender porque é muito mais interessante para a T-Mobile gastar rios de dinheiro em uma única ação como esta do que dar cinco minutinhos de bônus para seus todos clientes.
Qual seria a sua primeira reação ao ver uma multidão, formada por pessoas aparentemente aleatórias, dançando loucamente? Talvez, antes dos telefones celulares (e suas câmeras fotográficas\filmadoras) fosse simplesmente parar e assistir, mas não vamos ser saudosistas, sua reação ia ser exatamente igual à das pessoas no vídeo: fotografar, filmar e ligar para contar o acontecido à outras pessoas.
Dois míseros minutos de dança e a intervenção não só atraiu todos os transeuntes, mas também chamou atenção de todo o mundo (via mídia tradicional e, principalmente, internet).
No Brasil, iniciativas como esta ainda são muito restritas - ou acanhadas. Mas, ainda assim, existem.
Quando uma empresa não tem absolutamente nada para expor á mídia (ou quer apresentar algo banal de forma não-tão-banal assim), cria-se uma "desculpa" para ser pautada - isso não é novidade, o nome bonito seria "geração de mídia espontânea". A grande mudança é na forma (cada vez mais criativa) que essa inserção na mídia tem sido buscada - apesar de não haver nada tão extravagante quanto no exterior.
Vejam a intervenção da Rexona, para lançar o Rexona Future Ready Protection:
Fez-se, do lançamento de um mísero desodorante, um espetáculo.
Apenas dois vôos (bem rápidos) de jetpack em São Paulo - e algumas pessoas vestidas a lá Daft Punk chamando a atenção dos pedestres - foram o suficiente para atingir de forma muito eficaz o target do produto (que seria o cidadão comum, que sua) e atrair alguns dos maiores canais de comunicação do país.
O ridículo vende. É só isso que interessa.
Referências: O ridículo vende, TicTac e T-Mobile. O viral espetáculo e Future Ready Protection. Veja como foi o vôo de jet pack na Paulista.
"Você quer aparecer? Pendure uma melancia no pescoço!"
A primeira vista este "ditado popular" pode parecer absurdo. Sim, ele é. Mas basta reparar um pouco para perceber que grandes corporações (em todo o mundo) vivem, de fato, pendurando melancias em seus pescoços para aparecerem - e melancias cada vez maiores.
Porque? Talvez apoiadas na (velha) desculpa que "as maneiras 'tradicionais' de fazer publicidade estão se desgastando" - que está sendo mais usada que nunca. Talvez apenas busquem pelo hype - não estão satisfeitas em apenas serem conhecidas pelo consumidor, querem gerar grandes expectativas nele. O fato é que agora a moda é o viral - é a interação com o público, a repercussão própria, a inovação, o rompimento com pré-determinações e blá blá blá...Mas espere aí! Tem horas que as chegam numa dimensão, no mínimo, exagerada...
Exagerada a ponto da T-Mobile contratar uma quantidade imensa de dançarinos "disfarçados" para realizarem uma intervenção em plena Liverpool Street Station sob o slogan Life's for sharing.
Não é difícil entender porque é muito mais interessante para a T-Mobile gastar rios de dinheiro em uma única ação como esta do que dar cinco minutinhos de bônus para seus todos clientes.
Qual seria a sua primeira reação ao ver uma multidão, formada por pessoas aparentemente aleatórias, dançando loucamente? Talvez, antes dos telefones celulares (e suas câmeras fotográficas\filmadoras) fosse simplesmente parar e assistir, mas não vamos ser saudosistas, sua reação ia ser exatamente igual à das pessoas no vídeo: fotografar, filmar e ligar para contar o acontecido à outras pessoas.
Dois míseros minutos de dança e a intervenção não só atraiu todos os transeuntes, mas também chamou atenção de todo o mundo (via mídia tradicional e, principalmente, internet).
No Brasil, iniciativas como esta ainda são muito restritas - ou acanhadas. Mas, ainda assim, existem.
Quando uma empresa não tem absolutamente nada para expor á mídia (ou quer apresentar algo banal de forma não-tão-banal assim), cria-se uma "desculpa" para ser pautada - isso não é novidade, o nome bonito seria "geração de mídia espontânea". A grande mudança é na forma (cada vez mais criativa) que essa inserção na mídia tem sido buscada - apesar de não haver nada tão extravagante quanto no exterior.
Vejam a intervenção da Rexona, para lançar o Rexona Future Ready Protection:
Fez-se, do lançamento de um mísero desodorante, um espetáculo.
Apenas dois vôos (bem rápidos) de jetpack em São Paulo - e algumas pessoas vestidas a lá Daft Punk chamando a atenção dos pedestres - foram o suficiente para atingir de forma muito eficaz o target do produto (que seria o cidadão comum, que sua) e atrair alguns dos maiores canais de comunicação do país.
O ridículo vende. É só isso que interessa.
Referências: O ridículo vende, TicTac e T-Mobile. O viral espetáculo e Future Ready Protection. Veja como foi o vôo de jet pack na Paulista.
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quinta-feira, 2 de abril de 2009
1
Empresas recorrem à Web para atrair clientes
Reconhecendo os limites da publicidade tradicional, empresas de tecnologia estão adotando o às vezes caótico ambiente das redes sociais para promoverem seus produtos.
Da Dell a NetApp, essas companhias cada vez mais utilizam blogs, vídeos virais e sites como o Facebook, o Twitter, o FriendFinder e o Digg para se aproximarem dos seus clientes.
Essas redes sociais se aproveitam do antigo poder da divulgação “boca-à-boca” e representam potentes ferramentas de marketing.
Além disso, esses sites exigem um envolvimento muito maior dos consumidores do que os anúncios convencionais.
“É uma mudança de 180 graus em relação ao velho sistema de publicidade”, disse Debra Aho Williamson, analista da eMarketer, “Poder conversar com as pessoas que compram seus produtos é uma habilidade inédita.”
Para empresas de tecnologia com generosos orçamentos de marketing, o investimento em mídia social é a confirmação de que a TV e os veículos impressos não são mais os principais meios para chamar a atenção dos consumidores, especialmente dos mais jovens. Ademais, com a desaceleração da economia, os orçamentos estão menores. A UBS prevê que, em 2009, os gastos com publicidade diminuirão 3,9%. Em um ambiente como esse, a mídia social terá a chance de provar que é uma eficaz alternativa de marketing para as empresas.
Da Dell a NetApp, essas companhias cada vez mais utilizam blogs, vídeos virais e sites como o Facebook, o Twitter, o FriendFinder e o Digg para se aproximarem dos seus clientes.
Essas redes sociais se aproveitam do antigo poder da divulgação “boca-à-boca” e representam potentes ferramentas de marketing.
Além disso, esses sites exigem um envolvimento muito maior dos consumidores do que os anúncios convencionais.
“É uma mudança de 180 graus em relação ao velho sistema de publicidade”, disse Debra Aho Williamson, analista da eMarketer, “Poder conversar com as pessoas que compram seus produtos é uma habilidade inédita.”
Para empresas de tecnologia com generosos orçamentos de marketing, o investimento em mídia social é a confirmação de que a TV e os veículos impressos não são mais os principais meios para chamar a atenção dos consumidores, especialmente dos mais jovens. Ademais, com a desaceleração da economia, os orçamentos estão menores. A UBS prevê que, em 2009, os gastos com publicidade diminuirão 3,9%. Em um ambiente como esse, a mídia social terá a chance de provar que é uma eficaz alternativa de marketing para as empresas.
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
0
Entre o massivo e o não-massivo
Transposição de formatos. Nem sempre dá certo, porém há exceções.
Até não muito tempo atrás víamos que as páginas da internet de jornais eram apenas a digitalização do impresso; vimos também que isto não deu muito certo. Há novos meios de usar os novos meios, isto é indiscutível. Recentemente, seguindo uma prática que está se tornando bastante comum, a TIM disponibilizou sua mais nova peça publicitária para televisão, apelidada de "Alguma coisa está acontecendo", em seu canal no YouTube.
Mas, o que mudou desde nossos arcaicos websites-xerox de jornais até o YouTube? A participação da audiência. Como já é esperado de um vídeo exposto no YouTube, houve comentários, houve discussão, houve prós e contras - o que também não é nada supreendente também: se há gente que defende até o Vista, há gente para tudo... -, houve interação (não entre a marca e o seu target, mas entre diferentes vertentes deste último), houve circulação da informação e opinião pública.
E foi o fato da peça exibida no YouTube ser a mesma que foi para a televisão, o responsável pela dimensão da repercussão. Exibindo a mesma peça no YouTube, a TIM atingiu a grande parte da população que consome mídia massiva (o que, com certeza, era o objetivo primário da peça) mas também aquela outra parte que utiliza a internet de forma massiva - sim, a internet também é utilizada de forma massiva, afinal, o YouTube possui um enorme massa de visitantes, não? - e não-massiva, personalizada, diferenciada, como preferir.
A opinião dos telespectadores, que geralmente fica reduzida à sala de estar ou um ou dois amigos, ganha um novo espaço público para repercutir: a web; e com este espaço vem também uma multiplicidade fenomenal de opiniões. Demorou muito pouco tempo para que a discussão saísse do YouTube e surgisse no Twitter, percebemos então como um assunto relativamente "besta", ganhou visibilidade pública a ponto de mobilizar uma série de pessoas em uma espécie de grande debate virtual.
É sim fantástico, porém não chego ao ponto de afirmar, como o Rafael Amaral do SimViral, que "trazendo para o YouTube o filme da tv, as impressões das pessoas nas ruas vêm para a web também", pois ainda não podemos comparar a audiência de um mídia massiva tradicionais, como a televisão, com o número de usuários de redes como o Twitter, por exemplo, para onde a discussão foi levada posteriormente - não apenas no número, mas, principalmente, em quesistos como classe, escolaridade, grau de inclusão digital, entre outros extremamente importantes. São perfis de público (ainda) bem diferentes.
Concordo que isso gera sim um maior exercício da criticidade nos espectadores, como disse o Rafael; mas, temos que lembrar que ainda ainda testemunhamos tendências, não realidades.
Referências: Entre o massivo e o não-massivo.
Até não muito tempo atrás víamos que as páginas da internet de jornais eram apenas a digitalização do impresso; vimos também que isto não deu muito certo. Há novos meios de usar os novos meios, isto é indiscutível. Recentemente, seguindo uma prática que está se tornando bastante comum, a TIM disponibilizou sua mais nova peça publicitária para televisão, apelidada de "Alguma coisa está acontecendo", em seu canal no YouTube.
Mas, o que mudou desde nossos arcaicos websites-xerox de jornais até o YouTube? A participação da audiência. Como já é esperado de um vídeo exposto no YouTube, houve comentários, houve discussão, houve prós e contras - o que também não é nada supreendente também: se há gente que defende até o Vista, há gente para tudo... -, houve interação (não entre a marca e o seu target, mas entre diferentes vertentes deste último), houve circulação da informação e opinião pública.
E foi o fato da peça exibida no YouTube ser a mesma que foi para a televisão, o responsável pela dimensão da repercussão. Exibindo a mesma peça no YouTube, a TIM atingiu a grande parte da população que consome mídia massiva (o que, com certeza, era o objetivo primário da peça) mas também aquela outra parte que utiliza a internet de forma massiva - sim, a internet também é utilizada de forma massiva, afinal, o YouTube possui um enorme massa de visitantes, não? - e não-massiva, personalizada, diferenciada, como preferir.
A opinião dos telespectadores, que geralmente fica reduzida à sala de estar ou um ou dois amigos, ganha um novo espaço público para repercutir: a web; e com este espaço vem também uma multiplicidade fenomenal de opiniões. Demorou muito pouco tempo para que a discussão saísse do YouTube e surgisse no Twitter, percebemos então como um assunto relativamente "besta", ganhou visibilidade pública a ponto de mobilizar uma série de pessoas em uma espécie de grande debate virtual.
É sim fantástico, porém não chego ao ponto de afirmar, como o Rafael Amaral do SimViral, que "trazendo para o YouTube o filme da tv, as impressões das pessoas nas ruas vêm para a web também", pois ainda não podemos comparar a audiência de um mídia massiva tradicionais, como a televisão, com o número de usuários de redes como o Twitter, por exemplo, para onde a discussão foi levada posteriormente - não apenas no número, mas, principalmente, em quesistos como classe, escolaridade, grau de inclusão digital, entre outros extremamente importantes. São perfis de público (ainda) bem diferentes.
Concordo que isso gera sim um maior exercício da criticidade nos espectadores, como disse o Rafael; mas, temos que lembrar que ainda ainda testemunhamos tendências, não realidades.
Referências: Entre o massivo e o não-massivo.
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sexta-feira, 27 de março de 2009
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O Twitter e a snack culture ajudando as empresas
O consumo de conteúdo rápido e superficial oferecido pelo Twitter é um dos fenômenos recentes da internet e pode ser útil ao marketing e relacionamento das empresas com seu público de diversas maneiras.
O Twitter pode ser definido, à primeira vista, como uma rede social na qual pessoas e amigos descrevem ações e acompanham detalhes do cotidiano de desconhecidos. O grande trunfo dessa rede social é, aparentemente, esse: como em um verdadeiro Big Brother, os usuários matam sua curiosidade ao acompanhar a vida alheia. A tamanha popularidade deste tipo de ferramenta chamou, é claro, a atenção das empresas, especialmente das áreas de marketing e marketing digital, nas quais os profissionais têm muitas dúvidas sobre a amplitude do Twitter e como ele pode ser utilizado para conectar marcas e consumidores, agregando vantagens competitivas.
Ao limitar o tamanho dos posts (no Twitter, só podem ser digitados até 140 caracteres ) que inclusive podem ser enviados pelo celular, a ferramenta sai na frente dos blogs – mais rápida e prática para postar mensagens – e se adequa definitivamente a um fenômeno, descrito na capa da Wired de alguns meses atrás, como Snack Culture.
Snack Culture é um termo que foi difundido pela revista Wired, especializada em tecnologia, games e etc. Apontando para a nova tendência da comunicação na web. A priori, quer dizer que as pessoas atulamente consomem produtos culturais aos pedaços. Revela o consumo de conteúdo cada vez mais rápido e superficial e baseado em um mundo cada vez mais digital.
Seguem alguns exemplos básicos de como o Twitter pode rapidamente ajudar as empresas a ganharem ainda mais popularidade e conquistar consumidores. Existem diversas formas, entre as quais vale destacar:
Muitas empresas já aderiram a esta tecnologia e estão, inclusive, substituindo blogs corporativos pelo Twitter. É a snack culture em ação com força total.
Ao limitar o tamanho dos posts (no Twitter, só podem ser digitados até 140 caracteres ) que inclusive podem ser enviados pelo celular, a ferramenta sai na frente dos blogs – mais rápida e prática para postar mensagens – e se adequa definitivamente a um fenômeno, descrito na capa da Wired de alguns meses atrás, como Snack Culture.
Snack Culture é um termo que foi difundido pela revista Wired, especializada em tecnologia, games e etc. Apontando para a nova tendência da comunicação na web. A priori, quer dizer que as pessoas atulamente consomem produtos culturais aos pedaços. Revela o consumo de conteúdo cada vez mais rápido e superficial e baseado em um mundo cada vez mais digital.
Seguem alguns exemplos básicos de como o Twitter pode rapidamente ajudar as empresas a ganharem ainda mais popularidade e conquistar consumidores. Existem diversas formas, entre as quais vale destacar:
- Pesquisar o que estão falando da sua marca ou do seu produto. Para isso, basta entrar no search.twitter.com;
- Abrir um canal de comunicação e suporte aos seus consumidores, como fez a Comcast, maior operadora de TV da cabo dos EUA;
- Divulgar conteúdos e informações em primeira mão para os consumidores que optarem por te seguir, como fez o canal Telecine;
- Transmitir ofertas de produtos e promoções, como Amazon;
- Prestar serviço, informando, por exemplo, cancelamento de vôos, como fez a Delta.
Muitas empresas já aderiram a esta tecnologia e estão, inclusive, substituindo blogs corporativos pelo Twitter. É a snack culture em ação com força total.
Texto completo em: Webinsider. Marcelo Tripoli Morais
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